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sexta-feira, 12 de abril de 2019

terça-feira, 9 de abril de 2019

A guerra psico-mediática Por Carlos Gonçalves

A guerra psico-mediática

Por Carlos Gonçalves

Na guerra imperialista contra a soberania e o povo da Venezuela Bolivariana está em curso uma operação de «guerra psicológica», ditada pelo manual da CIA. Visa mistificar a verdade e criar a realidade alternativa, aterrorizar os trabalhadores e os povos, estuporar a sua moral e resposta e concretizar o domínio e saque da Venezuela e do mundo.

Não é uma operação inovadora, nem diferente das colossais campanhas de «fake news» destes anos de contra-ofensiva imperialista. Mas, no nosso País, no plano político e mediático, assume aspectos que importa referir.

O ataque brutal à Venezuela bolivariana tem lugar no auge da campanha de calúnias e difamações contra o Partido, conduzida a partir de forças e articulações anticomunistas e proto-fascistas, que procuram juntar ambas as campanhas na mesma linha de dislates e provocações.

A tese do CDS e do Saraiva do SOL é que, se o PCP apoia a «ditadura» na Venezuela isso é «suficiente para lhe retirar por completo a honorabilidade».

O objectivo é claro - cavalgar a opção de classe do governo PS e do PSD, operacionais na Colômbia, do CDS, provocador de serviço, e a hipocrisia do BE, cúmplice dos media dominantes, para subverter a revolução venezuelana e - é claro -, para travar o crescimento do PCP, inverter os avanços conseguidos e impedir a ruptura com a política de direita.

É enorme o empenho do poder económico-mediático no ataque à Venezuela, sem rigor nem isenção na «informação», apenas obediência cega aos boletins do comando da guerra psico-mediática dos USA e as mesmas fake news, quase sem disfarce.

É verdade que há jornalistas sérios, mas são poucos os que podem exercer nestas matérias. É muito desigual esta batalha, mas o povo da Venezuela vencerá. Com a solidariedade e o reforço do PCP.

quarta-feira, 20 de março de 2019

A imprensa avacalhada

 
Os lamentos surgem de todos os azimutes: a imprensa está em crise, já não confiam no que publica, fecham velhos jornais e os que resistem dão prejuízo, não são mais que armas de arremesso político.

Leiam o que escreve este sujeito e compreenderão o nível soez a que chegaram estes pasquins.

Este individuo mente, calunia e envenena no seu estilo alcoolizado com a linguagem reles de taberna rasca. É tamanha a velhaquice que destila nas suas diatribes, é tão grande a desvergonha e a baixeza das catilinárias que bolsa, que a repulsa por esses vómitos causam um sentimento de angústia por constatarmos que na nossa espécie há seres tão velhacos e abjetos e, pior ainda, que há jornais que lhes dão guarida e gente que os aprecia e instiga.

sábado, 9 de março de 2019

“Quem são os políticos e quem são os jornalistas?”


 “Há mais políticos com contratos permanentes nos media do que lugares na maior bancada parlamentar da Assembleia da República”

Rosa Pedroso Lima, in Expresso, 2/3/2019 (Público 08-03-2019)

Estes números confirmam a existência de uma nova classe que, na linguagem dos seus detractores, é a classe político-mediática. Evidentemente, ela também supõe a reversibilidade: a classe mediático-política. Quando já não houver mais nada para além da lei deste hífen, teremos atingido um estado homogéneo que se configura como uma nova versão do fim da História, isto é, do fim da política e do fim do jornalismo. O processo não se deu por invasão, mas por hospitalidade, o que o tornou mais sereno e eficaz. A pouco e pouco, os media transformaram-se em rampas de lançamento para políticos voadores, ou em estâncias de retiro para engordar reformas e cultivar prestígios de políticos opulentos. O espaço público mediático povoado por uma tagarelice política que funciona em circuito fechado, eis o nosso destino. A esta classe hifenizada devemos fazer a pergunta: quem são os políticos e quem são os jornalistas?

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

México » AMLO, conferência de imprensa



É difícil neste momento encontrar um Presidente de um país com esta dimensão, comecei a ouvir e não consegui desligar.

Ficamos com uma ideia do México, da questão venezuelana, dos novos partidos conservadores mexicanos e também do diálogo que mantém com a media.