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domingo, 10 de dezembro de 2017

A PALESTINA NÃO ESTÁ SÓ!



Manifestações em Paris, Roma, Londres, EUA e também na região do Magreb como noutros países que repudiam a decisão de Trump.
A Palestina não está só, dizem os turcos.
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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Cartum da semana

Gunduz Aghayev

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Censura “democrática”





quinta-feira, 23 de novembro de 2017

A imprensa revolucionária



Fernando Correia
Jornalista

A luta dos partidos comunistas e operários e dos grandes movimentos de massas contra o sistema capitalista e o imperialismo é indissociável do papel informativo, formativo e organizativo historicamente desempenhado pela imprensa revolucionária.
Marx e Engels, desde o período da juventude, tiveram consciência da necessidade e foram os iniciadores de um jornalismo ligado à actividade militante da classe operária. Um jornalismo concebido enquanto instrumento de orientação e de organização das lutas de massas, cuja primeira grande concretização foi a Nova Gazeta Renana (1848), que Lénine viria a considerar “o melhor, insuperável órgão do proletariado revolucionário” (1).

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