A
vereadora María Rosa Galindo González, proclamou-se presidente da província de
Málaga, e exigiu seu reconhecimento pelos parlamentos e governos da Europa, que
ofereceram seu "apoio" à autoproclamação do deputado guarimbero Juan
Guaidó.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019
sábado, 9 de fevereiro de 2019
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019
Indústria da mentira
«A
televisão, incluindo os programas de informação, é hoje um ramo, em estado de
histeria, da indústria da mentira.»
António Guerreiro
(ler aqui)
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019
Qual deles se autoproclamará presidente interino?
Qual será a posição da “União” Europeia?
A Aliança diz que “não há tempo" para discutir moções no congresso além da de Santana. Militante denuncia a existência de uma “máquina partidária feita para um determinadoresultado.”
Estes tempos estão conturbados. RIR de Rans ou o tino de Santana, fazem-nos pelo menos sorrir, mas ficamos na dúvida se nos encontramos num circo ou no manicómio.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2019
Entusiasmo descontrolado sobre a Venezuela
Jornalismo de qualidade
Entusiasmo descontrolado sobre a
Venezuela
Editorial de Le Courrier
(Geneve)
GUSTAVO KUHN - 4 de fevereiro de 2019
O que atordoa na postura assumida por várias capitais europeias - Berna permanece neutra - é a empolgação em qualificar de “não legítimo” o poder em vigor em Caracas, enquanto esses governos estão constantemente assinando acordos comerciais e militares com regimes que não têm um mínimo de funcionamento democrático. Sem mencionar o silêncio ensurdecedor quando do derrube de Dilma Rousseff no Brasil, Manuel Zelaya em Honduras ou Fernando Lugo no Paraguai.
O golpe diplomático, acompanhado das ameaças de intervenção militar de Donald Trump, torna-se também extremamente perigoso. As múltiplas interferências letais e antidemocráticas dos Estados Unidos na América Latina estão profundamente enraizadas na memória desses povos. E se a crise económica e política é profunda na Venezuela, o governo ainda conta, para desconforto dos seus detratores, de muito apoio popular e do exército. O barulho das botas que se fazem ouvir desde Washington e da fronteira colombiana, levam à radicalização.
Claro que a Venezuela está atolada numa luta política interminável e vive uma situação económica desastrosa. A recessão que a atingiu há vários anos - devido a grandes erros do governo, à dependência quase total do país em relação à produção de petróleo em queda livre, mas também a uma guerra económica travada pela burguesia local e pelas sanções dos EUA - deixou a nação caribenha exangue. Esta crise mergulhou uma grande parte da população na pobreza. A escassez levou centenas de milhares - talvez milhões - de pessoas a buscar uma vida melhor em outros lugares e varreu grande parte do progresso social que tiveram sob a presidência de Chávez.
Mas a situação económica do país, por mais catastrófica que seja, não legitima uma oposição que nunca se conformou com o jogo democrático, que há quase vinte anos tenta derrubar por todos os meios um movimento político que no entanto, ganhou uma longa série de vitórias eleitorais. E justifica ainda menos as manobras de Washington, Brasília, Buenos Aires ou Bogotá, que juraram a perda do "chavismo" em nome de uma cruzada "anticomunista" como se estivessemos noutra época.
No entanto, muitos países europeus deitam petróleo no fogo, em vez de apoiar uma solução negociada, assim como faz o México e o Uruguai. Contudo, apenas uma só evidência surge da situação atual na Venezuela, é que cabe aos próprios venezuelanos, e a mais ninguém, encontrar uma saída para a crise.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019
Ex-Pink Floyd Roger Waters apoia Maduro
Roger Waters publica mensagem de apoio a Maduro
Ex-Pink Floyd, o músico, cantor e compositor britânico
Roger Waters fez mais um posicionamento político, desta vez em defesa do atual
governo da Venezuela, de Nicolás Maduro. Na mensagem, postada neste domingo 3
em sua conta no Twitter, ele pede para que se pare com a "insanidade"
praticada contra a Venezuela. "Deixe o povo venezuelano em paz. ELES TÊM
UMA REAL DEMOCRACIA, PAREM DE TENTAR DESTRUÍ-LA PARA QUE O 1% POSSA FICAR COM
SEU PETRÓLEO", postou, em referência ao grupo mais rico do mundo, formado
por 1% da população.
Ele também reforçou a convocação de um protesto
marcado para ocorrer nesta segunda-feira 4 em Nova York contra a ingerência do
governo norte-americano
domingo, 3 de fevereiro de 2019
França: coletes amarelos autoproclamam-se presidentes e dão a Macron uma semana para convocar eleições.
Coletes amarelos na França
Da mesma forma, o movimento de massas questionou o presidente francês por ocupar mais tempo interferindo nos assuntos internos de outras nações, enquanto no seu país ignora os pedidos feitos por milhares de cidadãos, que asfixiam com suas políticas neoliberais.
"Coletes amarelos se autoproclamam presidentes da França após a XI semana de manifestações, e dão uma semana a Emmanuel Macron para convocar eleições na França, aprovar o RIC e responder ao povo pela repressão sofrida sob seu mandato", disse o movimento.
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