sábado, 28 de julho de 2018
quinta-feira, 19 de julho de 2018
sábado, 14 de julho de 2018
sexta-feira, 29 de junho de 2018
quinta-feira, 14 de junho de 2018
segunda-feira, 4 de junho de 2018
quarta-feira, 30 de maio de 2018
terça-feira, 29 de maio de 2018
segunda-feira, 28 de maio de 2018
domingo, 27 de maio de 2018
sábado, 12 de maio de 2018
ONTEM, COMO HOJE
“Não existe hoje, na América imprensa livre e
independente. Vós o sabeis tão bem como eu. Nenhum entre vós ousa escrever as suas opiniões honestas e vós sabeis muito bem
que se o fizerdes elas não serão publicadas. Pagam-me um salário para que eu
não publique as minhas opiniões e todos nós sabemos que se nos aventuramos a
fazê-lo nos encontraremos no “olho da rua”. O trabalho do jornalista é a destruição da verdade, a mentira patente, a
perversão dos factos e a manipulação da opinião ao serviço das potências do
dinheiro. Nós somos os utensílios obedientes dos Poderosos e dos ricos que na
sombra puxam os fios. Os nossos talentos, as nossas faculdades e as nossas
vidas pertencem a estes homens. Nós somos prostitutas do intelecto. Tudo isto
vós o sabeis tão bem como eu!“
terça-feira, 24 de abril de 2018
segunda-feira, 16 de abril de 2018
Ser solidário
Largo Camões – Lisboa
(Metro Chiado)
Condenando o ataque dos EUA, do Reino Unido e da França contra a República Árabe Síria, na madrugada de 14 de Abril, e que contou com o expresso apoio da NATO, da União Europeia e de Israel, um conjunto de organizações promove um acto acto público pela paz e pelo fim da agressão à Síria, no próximo dia 19 de Abril, Quinta-feira, no Largo Camões, em Lisboa.
Esta agressão a um Estado soberano, em completo desrespeito pelos princípios da Carta das Nações Unidas e pelo direito internacional, e sob o pretexto de uma alegada utilização de armas químicas, até ao momento não comprovada, foi desencadeada quando a Síria e o seu povo têm obtido diversas vitórias face aos grupos terroristas – apoiados pelos EUA e diversos países seus aliados – e quando foram alcançados, pelo diálogo e esforços de vários países, importantes avanços no caminho da paz.
Significativamente, este ataque ocorreu horas antes de uma equipa de peritos internacionais terem, a convite do Governo sírio, iniciado o seu trabalho de investigação relativamente à alegada utilização de armas químicas, em Douma, a 7 de Abril.
O Governo português ao afirmar “compreender as razões” e a “oportunidade desta intervenção militar” associa-se a um acto de agressão, a uma clara violação do direito internacional.
No cumprimento dos seus princípios constitucionais e do direito internacional, Portugal deve condenar e exigir o fim da ingerência e agressão contra a Síria e contribuir para o encontrar de uma solução negociada e para a paz.
Quem efectivamente se preocupa com os direitos e bem-estar do povo sírio só pode exigir o fim de uma guerra de agressão que está na causa de milhares de mortos, de imenso sofrimento, de uma profunda destruição, de milhões de deslocados e refugiados, da dramática degradação das condições de vida dos trabalhadores e do povo sírio.
É premente a exigência do fim da guerra de agressão que desde há sete anos é imposta à Síria.
É premente a expressão da solidariedade para com resistência da Síria e do seu povo face à agressão externa.
A paz só será alcançada com o pleno respeito da soberania, independência e integridade territorial da Síria, dos direitos do povo sírio, incluindo o direito à paz.
segunda-feira, 9 de abril de 2018
Chamava-se Yasser Murtaja
Chamava-se Yasser Murtaja. Foi morto em Gaza baleado no estômago pelo
exército de Israel. Yasser não se manifestava nem ameaçava alguém. Vestia um
colete «PRESS» facilmente identificado. Os jornalistas britânicos Richard
Colebouro, redator chefe na BBC e Liam O’Hare, reporter do The Guardian e The
Independant, manifestaram o seu pesar. Além de Yasser foram mortos mais
nove palestinos.
Israel
bombardeou uma base aérea na Síria causando mortes e feridos, procurando mais
uma vez oficializar a guerra nessa região.
Talvez
esteja a abrir o seu próprio túmulo.
quarta-feira, 28 de março de 2018
Afirmações da desinformação manipuladora
Em Expresso curto de hoje, "informando" e comentando a (dita) "... crise russa – a maior, recorde-se, desde os tempos da guerra fria e da guerra fria, se tivermos em conta que nunca houve uma expulsão de diplomatas desta dimensão...":
É certo que o Governo é de maioria de esquerda
NÃO É,
NEM NUNCA FOI!
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