Gunduz Aghayev
segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
sexta-feira, 24 de novembro de 2017
Censura “democrática”
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quinta-feira, 23 de novembro de 2017
A imprensa revolucionária
Fernando Correia
Jornalista
A luta dos partidos comunistas e operários e dos grandes movimentos de massas contra o sistema capitalista e o imperialismo é indissociável do papel informativo, formativo e organizativo historicamente desempenhado pela imprensa revolucionária.
Marx e Engels, desde o período da juventude, tiveram consciência da necessidade e foram os iniciadores de um jornalismo ligado à actividade militante da classe operária. Um jornalismo concebido enquanto instrumento de orientação e de organização das lutas de massas, cuja primeira grande concretização foi a Nova Gazeta Renana (1848), que Lénine viria a considerar “o melhor, insuperável órgão do proletariado revolucionário” (1).
Jornalista
A luta dos partidos comunistas e operários e dos grandes movimentos de massas contra o sistema capitalista e o imperialismo é indissociável do papel informativo, formativo e organizativo historicamente desempenhado pela imprensa revolucionária.
Marx e Engels, desde o período da juventude, tiveram consciência da necessidade e foram os iniciadores de um jornalismo ligado à actividade militante da classe operária. Um jornalismo concebido enquanto instrumento de orientação e de organização das lutas de massas, cuja primeira grande concretização foi a Nova Gazeta Renana (1848), que Lénine viria a considerar “o melhor, insuperável órgão do proletariado revolucionário” (1).
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Fernando Correia Journalist
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Fernando Correia Journalist
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domingo, 5 de novembro de 2017
Informação GPS
SINOPSE DA EDITORA/DISTRIBUIDORA:
A investigação centrada nos media, na censura e na propaganda promovidas pelo regime de Salazar têm vindo a atrair cada vez mais a atenção, começando a figurar como um tópico relevante na História, na Sociologia e nas Relações Internacionais do Estado Novo.
No seguimento desta tendência, este livro reúne vários estudos que têm vindo a ser feitos no âmbito dos media no contexto político muito específico da década de 30 e que prevaleceu até à mudança do rumo político do país em 1974 - as suas narrativas, os seus condicionamentos internos, o seu enquadramento no panorama internacional, o qual oferece uma visão de conjunto sobre o que poderíamos designar como a política de informação patrocinada por Salazar e pelo regime português do Estado Novo.
O GPS trouxe-nos esta informação. Despertou-nos atenção... apesar das reservas também despertadas pela sinopse ("regime de Salazar"?, "Estado Novo"!?, "mudança do rumo político do país em 1974"?!). A ler vamos... mas são 406 páginas!
Edição/reimpressão:
2017
Páginas:
406
Editor:
Edições 70
ISBN:
9789724419770
Coleção:
Idioma:
Português
sábado, 4 de novembro de 2017
Há cem anos
Comemorar
é recordar com regozijo o objeto ou acontecimento que nos toque e nos
impulsa a que o divulgue para avivar memória alheia através da escrita, da imagem da
música ou contactos possíveis.
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