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terça-feira, 17 de outubro de 2017

Se a verdade fosse uma starlette


Venezuela: Se a verdade fosse uma starlette, o Le Monde seria condenado por violações repetidas.

Desde 1998, que a direita venezuelano não aceita as 21 derrotas eleitorais em 22 eleições.

No domingo, 15 de outubro de 2017, a eleição para governadores foi monitorada por cinquenta especialistas internacionais. Depois de terem sido testadas as máquinas de votação, os representantes de todas as partes assinaram o relatório confirmando sua confiabilidade.


Papagaio da direita venezuelana, o Le Monde, de 16 de outubro, dá o tom às futuras campanhas mediático-políticas em França: "Na Venezuela, o poder atribui-se a vitória nas eleições regionais, a oposição opõe-se”.
O Partido Socialista Unido, no poder, ganhou 17 dos 23 Estados. A oposição recusa-se a reconhecer o resultado, que considera manchado de fraude.

Este jornal afirma-se "de referência" pela sua neutralidade. As palavras que usa demonstram o contrário.

"Objetividade da mídia pertencente a bilionários".
Théophraste R.

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Médias e informação: é tempo de virar a página.



«A realidade é aquilo que nós consideramos ser verdade.
O que consideramos ser verdade é aquilo em que acreditamos.
Aquilo em que acreditamos é baseado nas nossas percepções.
Aquilo de que nos apercebemos depende do que procuramos.
O que procuramos depende do que pensamos.
O que pensamos depende daquilo de que nos apercebemos.
Aquilo de que nos apercebemos determina aquilo em que acreditamos.
Aquilo em que acreditamos determina o que consideramos ser verdade
O que consideramos ser verdade é a nossa realidade.»

Má informação, Sedentarismo cultural e obesidade intelectual


Viktor DEDAJ


Si un boucher nous empoisonnait en nous vendant de la viande avariée, les consommateurs que nous sommes n’accepteraient jamais l’idée que «  les choses sont comme ça » et qu’il ne nous resterait plus qu’à trouver un autre fournisseur. Mais lorsqu’une journaliste du New York Times ment sciemment sur les armes de destruction massive en Irak - et participe à l’extermination d’un million et demi d’Irakiens innocents - elle se voit simplement «  remerciée » et l’affaire est classée dans le casier «  déontologie ». Ici, l’impunité est quasi-totale et même revendiquée par la profession journalistique au nom d’une «  liberté » qu’elle se garde bien de définir avec précision.


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sábado, 16 de setembro de 2017

Jornalista de todo mundo uni-vos

Carlos William Flores

Os profissionais mais perseguidos em todos os continentes são, sem quaisquer dúvidas, os jornalistas. A informação quando objetiva é a arma mais contundente na denúncia dos tiranetes e dos senhores do mundo. Para os que não aceitam as múltiplas pressões do dia a dia, o assassinato é o aviso final.

Nas Honduras foram assassinados 71 jornalistas desde 2013, e na sequência deste genocídio profissional, Carlos William Flores do Canal 22 de Omos, foi baleado com a sua acompanhante, numa emboscada, ao regressar de uma reportagem para o seu programa “sem cabelos na língua”.

É mais um crime entre muitos, dirão alguns. O que se me torna difícil de aceitar, é que uma classe de tamanha importância na defesa da liberdade individual e coletiva, não se solidarize através das suas associações com estes seus camaradas de profissão. A não ser nas redes sociais, raramente se noticiam estes atentados à liberdade de que muitos falam, mas poucos a defendem.

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

O jornalismo deixou de existir...

«O jornalismo deixou de existir, o que existe são ativistas políticos submetidos aos interesses do imperialismo. É uma tragédia prenúncio de outras maiores manter e desmobilizar os povos da luta pela paz menosprezar ou criticar os que a defendem. As guerras passadas foram precedidas de intensa propaganda belicista contra alegados agressores.»
(Foicebook)