.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Venezuela: Twitter suspende 180 contas

Venezuela: Twitter suspende 180 contas de entidades públicas e militantes da Revolução Bolivariana
Confirmar (aqui)

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Quando Portugal ardeu, livro de cabeceira

Livro sobre o pós-25 de Abril
apresentado em Aljustrel


«O jornalista Miguel Carvalho vai estar esta sexta-feira, 16, na Biblioteca Municipal de Aljustrel, onde a partir das 21h30 apresentará o seu novo livro, Quando Portugal ardeu.
A sessão vai decorrer no âmbito dos "Encontro com a Escrita" e segundo a autarquia a obra em questão "desvenda histórias e segredos da violência política no pós-25 de Abril".
Miguel Carvalho nasceu em 1970 no Porto e passou pelas redacções do "Diário de Notícias" e "O Independente". Desde 1999 que trabalha na revista "Visão".
Autor de vários textos jornalísticos e literários dispersos por obras e publicações nacionais e estrangeiras, escreveu também os livros Dentada em Orelha de Cão – Histórias do Mundo com Gente Dentro (2004), Álvaro Cunhal – Íntimo e Pessoal (2006), Aqui na Terra (2009), Lúcio Feteira (2012) e A Última Criada de Salazar
(2013).»
 




sábado, 10 de junho de 2017

António Guerreiro, a qualidade habitual

António Guerreiro
 9 de Junho de 2017, Público
Criticar os media em vão

O jornalismo cultural tem hábitos e regras que apetece criticar. Mas porque havemos de ter sobre ele um olhar ortopédico e que o toma por aquilo que ele não é?

Na semana passada, a morte do poeta Armando Silva Carvalho coincidiu com uma jornada excursionista de jornalistas da imprensa, da rádio e da televisão, promovida pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, à aldeia de Estevais, para apresentação de um livro sobre Trás-os-Montes, de José Rentes de Carvalho. Sabemos que foi uma campanha bem sucedida porque no dia seguinte houve abundantes notícias e reportagens sobre a aldeia de Estevais e o filho ilustre da terra. Vemo-lo numa fotografia publicada neste jornal, caminhando nas ruas da sua aldeia, seguido por uma pequena multidão de fotógrafos, cameramen e outros profissionais. Comparada com a generosidade jornalística a que esta excursão étnico-literária teve direito, a morte de um dos nossos grandes poetas contemporâneos teve uma repercussão escassa, demasiadamente escassa. Não é que a sua posteridade dependa disso. Mas devemos ver aqui o sintoma de uma situação mais geral. Esta comparação subentende uma queixa, mas devo dizer que só a formulei para dizer a seguir que é uma queixa sem razão. E baseio-me nas palavras sábias de um grande poeta e ensaísta alemão, Hans Magnus Enzensberger, que escreveu em 1988 um artigo que se chama O grau zero dos media ou porque é que todas as queixas contra a televisão são sem objecto. São sem objecto, escreveu Enzensberger…

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Há sempre os que lutam



Argentina - Grande marcha nacional de trabalhadores da imprensa: “Sem trabalho não há Liberdade de expressão” <aqui

Há os que trabalhando jugulam a liberdade de expressão para angariar o sustento necessário à sobrevivência, cavando com a vil submissão a vala comum de todos os profissionais e que também será a sua.